{"id":302,"date":"2018-05-14T19:13:21","date_gmt":"2018-05-14T22:13:21","guid":{"rendered":"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/2018\/?page_id=302"},"modified":"2018-05-19T23:54:02","modified_gmt":"2018-05-20T02:54:02","slug":"bibliografia-raca-e-cor","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/bibliografia-raca-e-cor\/","title":{"rendered":"Race and Color"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpawc-accordion-1 wpawc_accordion biblioteca-raca-e-cor wp-medium- wpcolumns\" data-accordion-group>\t\n\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Os Caminhos de Mandela<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/os-caminhos-de-mandela.jpg\" alt=\"OS CAMINHOS DE MANDELA\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>STENGEL, Richard. Os Caminhos de Mandela: li\u00e7\u00f5es de vida, amor e coragem. S\u00e3o Paulo, Globo, 2010.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Preso de 1964 a 1990 pelo segregacionista regime do apartheid, alguns anos ap\u00f3s sua liberta\u00e7\u00e3o ganhou o Pr\u00eamio Nobel da Paz e foi o primeiro presidente eleito democraticamente na \u00c1frica do Sul. Em &#8216;Os caminhos de Mandela &#8211; li\u00e7\u00f5es de vida, amor e coragem&#8217;, o jornalista americano Richard Stengel enumera uma s\u00e9rie de mensagens de sabedoria e lideran\u00e7a que aprendeu com o sul-africano durante a \u00e9poca em que o ajudou a escrever sua autobiografia. &#8216;Nelson Mandela talvez seja o \u00faltimo her\u00f3i puro do planeta. \u00c9 o s\u00edmbolo sorridente do sacrif\u00edcio e da integridade, reverenciado por milh\u00f5es como um santo vivo. Mas essa imagem \u00e9 unidimensional. Ele seria o primeiro a lhe dizer que est\u00e1 longe de ser um santo &#8211; e isso n\u00e3o \u00e9 falsa mod\u00e9stia&#8217;, explica Stengel, que reuniu mais de setenta horas de entrevistas e um di\u00e1rio com cerca de 120 mil palavras de Mandela entre 1992 e 1994. Parte deste material transformou-se no livro &#8216;Os caminhos de Mandela&#8217;, onde o leitor poder\u00e1 aprender, por exemplo, a import\u00e2ncia de conhecer seus inimigos e de manter seus rivais por perto, ou que a coragem n\u00e3o \u00e9, necessariamente a aus\u00eancia do medo, e que saber desistir tamb\u00e9m \u00e9 uma atitude necess\u00e1ria a um l\u00edder.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Entre O Encardido, O Branco E O Branqu\u00edssimo<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/entre-o-encardido-branco-branquissimo.jpg\" alt=\"ENTRE O ENCARDIDO, O BRANCO E O BRANQU\u00cdSSIMO\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o Encardido, o Branco e o Branqu\u00edssimo (branquitude, hierarquia e poder na Cidade de S\u00e3o Paulo). S\u00e3o Paulo, FAPESP, Annablume, 2014.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Trata de uma pesquisadora branca estudando racismo por meio da branquitude. Lia foi sujeito e objeto de pesquisa e seu questionamento revela o privil\u00e9gio do branco na hierarquia racial no Brasil. Seu estudo traz para a Psicologia Social e Cl\u00ednica contribui\u00e7\u00e3o sem d\u00favida relevante ao abordar problema pouco estudado segundo o recorte racial. Possui m\u00faltiplas abordagens te\u00f3rico-conceituais com evidentes implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e de envolvimento interdisciplinar.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>A Busca de Um Caminho Para o Brasil<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/a-busca-de-um-caminho-para-o-brasil.jpg\" alt=\"A BUSCA DE UM CAMINHO PARA O BRASIL\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>SANTOS, Helio. A Busca de um Caminho para o Brasil. S\u00e3o Paulo, SENAC, 2001.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> O racismo \u00e9 examinado neste livro pelo professor Helio Santos, mostrando como o negro e o negro-mesti\u00e7o voltam sem cessar aos mesmos constrangimentos, prisioneiros de um c\u00edrculo vicioso. O livro apresenta um projeto de transforma\u00e7\u00e3o no campo econ\u00f4mico, introduzindo conceitos como o da \u201ctecnologia da inclus\u00e3o\u201d, instrumento para desenvolver e implementar \u201cpol\u00edticas massivas de inclus\u00e3o\u201d. Esses e outros conceitos formam os passos do caminho que conduz \u00e0 unifica\u00e7\u00e3o dos dois \u201cBrasis\u201d descritos pelo autor.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Solistas Dissonantes<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/solistas-dissonantes.jpg\" alt=\"SOLISTAS DISSONANTES\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>SANTHIAGO, Ricardo. Solistas Dissonantes &#8211; hist\u00f3ria (oral) de cantoras negras. S\u00e3o Paulo Editora Letra e Voz, 2009.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Neste livro treze cantoras negras brasileiras ligadas aos universos da can\u00e7\u00e3o e do jazz contam sua hist\u00f3ria (oral) e mostram como institu\u00edram e consolidaram, na soma de conquistas individuais, uma nova hist\u00f3ria (oral) na m\u00fasica popular feita no Brasil. Ultrapassando a falsa equival\u00eancia entre \u201cartista negro\u201d e \u201csambista\u201d, elas desenvolveram trajet\u00f3rias art\u00edsticas caracterizadas pela excel\u00eancia e pela diversifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>A Alma Africana no Brasil<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/alma-africana-no-brasil-os-iorubas.jpg\" alt=\"A ALMA AFRICANA DO BRASIL\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>RIBEIRO, Ronilda Iyakemi. A Alma Africana no Brasil-os iorubas. S\u00e3o Paulo. Oduduwa, 1996.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Se prop\u00f5e a contribuir para o preenchimento dessa lacuna: levar os brasileiros a redescobrirem uma de suas m\u00faltiplas fontes culturais. Em vez de pintar uma \u00c1frica \u00fanica, unit\u00e1ria e simplificada. A autora se limita neste livro a falar principalmente do segmento \u00e9tnico ioruba da Nig\u00e9ria cuja contribui\u00e7\u00e3o \u00e1 cultura brasileira, essencialmente no dom\u00ednio religioso \u00e9 significativa. Descreve os iorubas no seu ber\u00e7o africano de um lado e tenta a partir desse pano de fundo cultural africano enfocar as influ\u00eancias e o impacto cultural trazido para a cultura brasileira. Sem d\u00favida, a obra apresenta uma diversidade tem\u00e1tica compilando dados hist\u00f3ricos, s\u00f3cio-pol\u00edticos, religiosos, etc., o que denota a preocupa\u00e7\u00e3o da autora em fornecer um quadro o mais completo poss\u00edvel de informa\u00e7\u00f5es sobre os iorubas.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Doze Anos de Escravid\u00e3o<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/12-anos-de-escravidao.jpg\" alt=\"DOZE ANOS DE ESCRAVID\u00c3O\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>NORTHUP, Solomon. 12 Anos de Escravid\u00e3o. S\u00e3o Paulo, Seoman \u2013 Editora Pensamento-Cultrix Ltda., 2014.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Tendo nascido um homem livre por mais de 30 anos e vivenciado a liberdade em um Estado livre nos EUA, acaba sendo sequestrado e vendido como escravo, condi\u00e7\u00e3o que permaneceu por 12 anos e resgatado em 1853. Este livro trata do testemunho de sua vida e dos acasos que pontuaram sua experi\u00eancia como homem escravizado.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>GRIOTS: culturas africanas<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/griots.jpg\" alt=\"GRIOTS\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>LIMA, T\u00e2nia; NASCIMENTO, Izabel; OLIVEIRA, Andrey (Organizadoras). Griots \u2013 Culturas Africanas \u2013 linguagem, mem\u00f3ria, imagin\u00e1rio. Natal, Lucgraf, 2009.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Re\u00fane as mais variadas falas de pesquisadores que bebem nas mais diversas linhas de pesquisa. Prop\u00f5e redescobrir a dimens\u00e3o humana dos povos africanos enquanto legado liter\u00e1rio e cultural.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Tempos Extremos<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/tempos-extremos.jpg\" alt=\"TEMPOS EXTREMOS\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>LEIT\u00c3O, Miriam. Tempos Extremos. Rio de Janeiro, Editora Intr\u00ednseca, 2014.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Romance. Trata de hist\u00f3ria de paix\u00f5es extremas, sobre tempos extremos. Uma viagem \u00e0s vezes em quase del\u00edrio pelos flagelos da escravid\u00e3o no s\u00e9culo XIX, e pelos subterr\u00e2neos do regime militar, no s\u00e9culo XX.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Origens Africanas no Brasil Contempor\u00e2neo<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/origens-africanas-do-brasil-contemporaneo.jpg\" alt=\"ORIGENS AFRICANAS NO BRASIL CONTEMPOR\u00c2NEO\"><\/figure>\n<p>MUNANGA, Kabengele. Origens Africanas no Brasil Contempor\u00e2neo. S\u00e3o Paulo, Global Editora, 2009.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> O objetivo deste livro \u00e9 resgatar a hist\u00f3ria e a beleza da \u00c1frica antes da explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o brutal a que os africanos foram submetidos para justificar e legitimar a coloniza\u00e7\u00e3o estrangeira. Com textos e fotos, o autor busca arrancar a m\u00e1scara b\u00e1rbara imposta \u00e0quele continente, com o intuito perverso de divulgar ao mundo uma \u00c1frica rude, selvagem e desprovida de humanidade, e nos revelar sua verdadeira, desconhecida e harmoniosa face. A \u00c1frica \u00e9 t\u00e3o complexa e diversa que sua hist\u00f3ria n\u00e3o poderia se esgotar nessas p\u00e1ginas. Por\u00e9m, com este livro, espera-se atender \u00e0s premissas da Lei n\u00ba 10.639\/03, que propicia aos estudantes brasileiros um conte\u00fado adequado sobre as origens, as l\u00ednguas, as culturas e as civiliza\u00e7\u00f5es do imenso continente que vive em cada um de n\u00f3s.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>O Escravismo Colonial<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/o-escravismo-colonial.jpg\" alt=\"O ESCRAVISMO COLONIAL\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. S\u00e3o Paulo, Editora \u00c1tica, 1985.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Aborda a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do Brasil de maneira sistem\u00e1tica sobre o per\u00edodo da produ\u00e7\u00e3o escravista colonial com enfoque na pol\u00edtica, hist\u00f3ria e sociologia e sua influ\u00eancia na constru\u00e7\u00e3o do desenvolvimento brasileiro.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Um Defeito de Cor<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/Um-defeito-de-cor.jpg\" alt=\"UM DEFEITO DE COR\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>GON\u00c7ALVES, Ana Maria. Um Defeito de Cor. S\u00e3o Paulo, Record, 2009.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Hist\u00f3ria de uma africana idosa, cega e \u00e0 beira da morte, que viaja da \u00c1frica para o Brasil em busca do filho perdido h\u00e1 d\u00e9cadas. Ao longo da travessia, ela vai contando sua vida, marcada por mortes, estupros, viol\u00eancia e escravid\u00e3o. Inserido em um contexto hist\u00f3rico importante na forma\u00e7\u00e3o do povo brasileiro e narrado de uma maneira na qual os fatos hist\u00f3ricos est\u00e3o imersos no cotidiano e na vida dos personagens.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Pele Negra, M\u00e1scaras Brancas<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/pele-negra-mascaras-brancas.jpg\" alt=\"PELE NEGRA, M\u00c1SCARAS BRANCAS\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>FANON, Frantz. Pele Negra, M\u00e1scaras Brancas. Salvador, EDUFBA, 2008.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> A obra fala sobre a nega\u00e7\u00e3o do racismo contra o negro na Fran\u00e7a e teve sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em portugu\u00eas, em 1963. Aborda o pensamento da Di\u00e1spora Africana, o pensamento da descoloniza\u00e7\u00e3o, do pensamento psicol\u00f3gico, da teoria das ci\u00eancias, da filosofia e da literatura caribenha. O autor trata tamb\u00e9m da ideologia que ignora a cor, e como ela pode apoiar o racismo que nega &#8211; pensamento que causou grande turbul\u00eancia nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970. O livro busca agu\u00e7ar o senso cr\u00edtico sobre o racismo e seus impactos.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Identidade, Branquitude e Negritude<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/identidade_branquitude_e_negritude.jpg\" alt=\"IDENTIDADE, BRANQUITUDE E NEGRITUDE\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>BENTO, Maria Aparecida da Silva; SILVEIRA, Marly de Jesus; NOGUEIRA, Simone Gibran (Organizadoras). Identidade, Branquitude e Negritude (contribui\u00e7\u00f5es para a Psicologia Social no Brasil: novos ensaios, relatos de experi\u00eancia e de pesquisa). S\u00e3o Paulo, CEERT, Casa do Psic\u00f3logo, 2014.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Entender a desigualdade racial pela via da subjetividade significa compreender os efeitos de um racismo negado e exercido continuamente na sociedade brasileira. Procura compreender a engenharia de um sistema cheio de rachaduras, mas ainda eficiente, que cria situa\u00e7\u00f5es nas quais negros\/as s\u00e3o preteridos. Este livro \u00e9 uma forma de oferecer informa\u00e7\u00f5es fundamentais para os profissionais que trabalham com a popula\u00e7\u00e3o nas empresas, nos servi\u00e7os de sa\u00fade, de educa\u00e7\u00e3o e em seus consult\u00f3rios.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Racismo Institucional<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p>AMMA Psique e Negritude, Instituto. Identifica\u00e7\u00e3o e Abordagem do Racismo Institucional. S\u00e3o Paulo, CRI, 2010.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Esta publica\u00e7\u00e3o tem como objetivo propor uma metodologia de combate ao racismo institucional no setor p\u00fablico, com base na experi\u00eancia desenvolvida junto \u00e0s ag\u00eancias implementadoras do Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI). A metodologia desenvolvida pelo Instituto AMMA privilegiou a dimens\u00e3o subjetiva do racismo, enfocando seus aspectos psicossociais a partir das percep\u00e7\u00f5es, do imagin\u00e1rio, das representa\u00e7\u00f5es sociais sobre pertencimento \u00e9tnico racial e das viv\u00eancias de discrimina\u00e7\u00e3o dos participantes.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Psique e Negritude<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/psique-e-negritude.jpg\" alt=\"PSIQUE E NEGRITUDE\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>AMMA Psique e Negritude, Instituto.  Psique e Negritude, os efeitos psicossociais do racismo, S\u00e3o Paulo, Imprensa Oficial, 2008. <\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> \u201cHumilha\u00e7\u00e3o social \u00e9 sofrimento longamente aturado e ruminado. \u00c9 o rebaixamento que atinge algu\u00e9m s\u00f3 depois de haver ancestralmente atingido sua fam\u00edlia ou ra\u00e7a, seu grupo ou classe, \u00e0s vezes uma na\u00e7\u00e3o ou povos inteiros&#8221;. Jos\u00e9 Moura Gon\u00e7alves Filho. A popula\u00e7\u00e3o negra foi profundamente marcada pela experi\u00eancia da humilha\u00e7\u00e3o racial. Como lidar com esta realidade? Como cuidar da sa\u00fade ps\u00edquica? Esta publica\u00e7\u00e3o busca respostas para estas quest\u00f5es. Apresenta entrevistas com profissionais e pesquisadores, experi\u00eancias de educadores, psic\u00f3logos, historiadores, jornalistas e ativistas do movimento negro.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>A Trajet\u00f3ria de um Psicanalista<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/a-trajetoria-de-uma-psicanalista.jpg\" alt=\"A TRAJET\u00d3RIA DE UMA PSICANALISTA\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>ABR\u00c3O, Jorge Lu\u00eds Ferreira. Virginia Bicudo \u2013 A Trajet\u00f3ria de uma Psicanalista. S\u00e3o Paulo, FAPESP, Editora Arte &#038; Ci\u00eancia, 2010.<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Escrevendo sobre Virg\u00ednia Leone Bicudo, Jorge Abr\u00e3o procurou descrever a trajet\u00f3ria de uma psicanalista negra brasileira, focalizando sua localiza\u00e7\u00e3o em seu espa\u00e7o e tempo. O panorama do s\u00e9culo XX com todas suas transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais, pol\u00edticas e culturais contribuiu para que Virg\u00ednia Bicudo se tornasse uma pioneira na introdu\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise no Brasil. O livro tem o objetivo de apresentar os principais fatos hist\u00f3ricos de s\u00e9culo XX, que com sua repercuss\u00e3o, trouxeram a industrializa\u00e7\u00e3o e urbaniza\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m desse estudo da \u00e9poca vivida pela biografada, foram realizadas v\u00e1rias entrevistas com personagens que participaram da vida de Virg\u00ednia Bicudo e com outras em cujas vidas ela participou como psicanalista amiga ou orientadora.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Feridas at\u00e9 o cora\u00e7\u00e3o, erguem-se negras guerreiras<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p>Prestes, Cl\u00e9lia Rosane dos Santos &#8211; Feridas at\u00e9 o cora\u00e7\u00e3o, erguem-se negras guerreiras. USP, 2013.<\/p>\n<p>Tem como objetivo analisar processos de resili\u00eancia em mulheres negras, considerando as influ\u00eancias de conte\u00fados oriundos da transmiss\u00e3o ps\u00edquica, de simbolismos associados a estas mulheres.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\"><a href=\"\/en\/pdf\/Clelia Prestes-Feridas ate o coracao, erguem-se negras guerreiras.pdf\/\" title=\"FERIDAS AT\u00c9 O CORA\u00c7\u00c3O, ERGUEM-SE NEGRAS GUERREIRAS\" target=\"_blank\">Baixar conte\u00fado (em PDF).<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Quest\u00e3o Racial e Servi\u00e7o Social<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p>Eurico, M\u00e1rcia Campos &#8211; Quest\u00e3o Racial e Servi\u00e7o Social: uma reflex\u00e3o sobre o racismo institucional e o trabalho do Assistente Social. PUC SP, 2011.<\/p>\n<p>Busca investigar a percep\u00e7\u00e3o dos profissionais acerca do racismo, do preconceito e da discrimina\u00e7\u00e3o racial no seu trabalho cotidiano, a partir da forma como as institui\u00e7\u00f5es est\u00e3o organizadas.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\"><a href=\"\/en\/pdf\/Maria Aparecida Miranda-A Beleza Negra na Subjetividade.pdf\/\" title=\"QUEST\u00c3O RACIAL E SERVI\u00c7O SOCIAL\" target=\"_blank\">Baixar conte\u00fado (em PDF).<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>A Beleza Negra na Subjetividade<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p>Miranda, Maria Aparecida &#8211; A Beleza Negra na Subjetividade &#8211; USP, 2004.<\/p>\n<p>Este trabalho busca verificar as inscri\u00e7\u00f5es que o fen\u00f4meno do racismo opera na constitui\u00e7\u00e3o subjetiva das meninas negras.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\"><a href=\"\/en\/pdf\/Maria Aparecida Miranda-A Beleza Negra na Subjetividade.pdf\/\" title=\"A BELEZA NEGRA NA SUBJETIVIDADE\" target=\"_blank\">Baixar conte\u00fado (em PDF).<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>Significa\u00e7\u00f5es do Corpo Negro<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p>Nogueira, Izildinha Baptista &#8211; Significa\u00e7\u00f5es do Corpo Negro. USP, 1998.<\/p>\n<p>Este trabalho tem como objetivo investigar a dimens\u00e3o ps\u00edquica da quest\u00e3o do racismo, partindo da hip\u00f3tese de que essa realidade hist\u00f3rica-social determina, para os negros, configura\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas peculiares.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\"><a href=\"\/en\/pdf\/Isildinha Baptista Nogueira-Significacoes do Corpo Negro-1.pdf\/\" title=\"SIGNIFICA\u00c7\u00d5ES DO CORPO NEGRO\" target=\"_blank\">Baixar conte\u00fado (em PDF).<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>[Artigo] A Percep\u00e7\u00e3o do Assistente Social Acerca do Racismo Institucional<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p><strong>Autoria:<\/strong> M\u00e1rcia Campos Eurico &#8211; Mestre em Servi\u00e7o Social pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo &#8211; PUC\/SP<\/p>\n<p>A complexidade das rela\u00e7\u00f5es raciais no Brasil revela o campo de disputas em que o Servi\u00e7o Social \u00e9 chamado a intervir, pois o projeto \u00e9tico-pol\u00edtico que orienta o trabalho profissional do assistente social \u00e9 portador de uma dire\u00e7\u00e3o social na perspectiva da emancipa\u00e7\u00e3o dos sujeitos coletivos. O presente trabalho \u00e9 resultado da pesquisa e da reflex\u00e3o sobre o racismo institucional e o trabalho do assistente social. Busca-se investigar a percep\u00e7\u00e3o dos profissionais acerca do racismo, do preconceito e da discrimina\u00e7\u00e3o racial no seu trabalho cotidiano.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\"><a href=\"\/en\/pdf\/a-percepcao-do-assistente-social.pdf\/\" title=\"A percep\u00e7\u00e3o do assistente social acerca do racismo institucional\" target=\"_blank\">Baixar conte\u00fado (em PDF).<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>[Artigo] Ra\u00edzes da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial no Brasil<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><p><strong>CONE\/PMSP<\/strong><\/p>\n<p>O presente artigo aborda a hist\u00f3rica luta pela igualdade racial no Brasil e sua vincula\u00e7\u00e3o com as desigualdades perpetradas pelo modo de produ\u00e7\u00e3o escravista no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Especificamente no Brasil a viol\u00eancia perpetrada contra os negros durante todo o per\u00edodo da escravid\u00e3o revela o quanto este grupo foi vilipendiado, mas contraditoriamente explicita a resist\u00eancia e a luta dos negros escravizados, contra o regime escravocrata, e a busca da liberdade.<\/p>\n<p class=\"ico-baixar\">\n<a href=\"\/en\/pdf\/raizes-discriminacao-racial-brasil.rtf\/\" title=\"Ra\u00edzes da discrimina\u00e7\u00e3o racial no Brasil\" target=\"_blank\">Baixar artigo.<\/a><\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>[Livro] A Alma Brasileira \u2013 Luzes e Sombra<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/A-Alma-Brasileira.jpg\" alt=\"A alma brasileira\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>Editora Vozes<br \/>\nBoechat, Walter e organizadores<br \/>\nPetr\u00f3polis \u2013 RJ<br \/>\n2014\n<\/p>\n<p>Este livro aborda a quest\u00e3o importante da intersec\u00e7\u00e3o da alma brasileira coletiva e a alma dos indiv\u00edduos, como elas se afetam, como a mem\u00f3ria ancestral de todo um povo afeta o comportamento de cada pessoa. O prop\u00f3sito central das reflex\u00f5es nesse livro \u00e9 promover um processo de recupera\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias de nossas origens multiculturais em um<br \/>\nprocesso de resgate de ra\u00edzes brasileiras, de sua alma e de seus contrastes.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>[Livro] A Segunda P\u00e1tria<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/A-segunda-patria.jpg\" alt=\"A segunda p\u00e1tria\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>Sanches Neto, Miguel<br \/>\nEditora Intr\u00ednsica<br \/>\nS\u00e3o Paulo \u2013 SP<br \/>\n2015\n<\/p>\n<p>\u00c0s v\u00e9speras da Segunda Guerra Mundial, Get\u00falio Vargas resolve se tornar um aliado do Terceiro Reich. No cen\u00e1rio alternativo criado pelo autor, o pa\u00eds se alinha com o Eixo e, como parte do acordo, \u00e9 estabelecido que os estados do sul, com grande presen\u00e7a de descendentes de alem\u00e3es, podem p\u00f4r em pr\u00e1tica os princ\u00edpios do nazismo, como o racismo, o antissemitismo e a eugenia. Em Blumenau, \u00e0 medida que a sauda\u00e7\u00e3o Heil Hitler se torna corriqueira, o engenheiro Adolpho Ventura convive at\u00f4nito com o progressivo cerceamento de sua liberdade. Seu crime \u00e9 ser negro e pai de uma crian\u00e7a mesti\u00e7a. Na mesma cidade, desenrola-se a trajet\u00f3ria de Hertha, jovem sedutora que encarna todos os predicados da superioridade ariana. A ela \u00e9 confiada uma misteriosa miss\u00e3o. Com viol\u00eancia e sensualidade, o autor revela uma paix\u00e3o proibida, enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que n\u00e3o est\u00e1 nos livros de hist\u00f3ria, mas nem por isso deixa de ser assustadoramente plaus\u00edvel.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t\t  \n      <div data-accordion class=\"accordion-main\">\n        <div data-control class=\"accordion-title\"><h4>[Livro] Mulheres, Ra\u00e7a e Classe<\/h4><\/div>\n        <div data-content>\n         \t\t\t\t  \n          \n        <div class=\"accordion-content\"><figure>\n<img src=\"http:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/img\/livros\/angela-davis.png\" alt=\"Mulheres, Ra\u00e7a e Classe\"><br \/>\n<\/figure>\n<p>Angela Davis<br \/>\nBoitempo Editorial<br \/>\n2016\n<\/p>\n<p>Mais importante obra de Angela Davis, &quot;Mulheres, ra\u00e7a e classe&quot; tra\u00e7a um poderoso panorama hist\u00f3rico e cr\u00edtico das imbrica\u00e7\u00f5es entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contempor\u00e2neos da mulher. O livro \u00e9 considerado um cl\u00e1ssico sobre a interseccionalidade de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe. A perspectiva adotada por Davis real\u00e7a o m\u00e9rito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explora\u00e7\u00f5es que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida \u00e9 indispens\u00e1vel para a compreens\u00e3o da realidade do nosso pa\u00eds, pois refor\u00e7a a pr\u00e1xis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobserv\u00e2ncia do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagn\u00f3sticos mais precisos sobre desigualdade, discrimina\u00e7\u00e3o, pobreza, entre outras vari\u00e1veis.<\/p>\n<\/div>\n      \n        <\/div>\n      <\/div>\n\t  \n\t\t\t\t<\/div>\n\t    <script type=\"text\/javascript\">\n      jQuery(document).ready(function() {\n        jQuery('.wpawc-accordion-1 [data-accordion]').accordionfaq({\n\t\t singleOpen: true,\n\t\t transitionEasing: 'ease',\n          transitionSpeed: 300\t\t});\n\n        \n      });\n    <\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/302"}],"collection":[{"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=302"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/302\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/psicologiaecorpo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=302"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}